Dando continuidade às programações voltadas para a pessoa idosa, que acontecem este mês, a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) vai realizar mais uma ação do projeto “Memória Viva”, na próxima quarta-feira, 11, das 9h às 16h, na praça do Bairro Benfica. Seguindo o modelo da primeira ação, realizada na última semana, em frente ao Cine-Theatro Central, a atividade consiste na escuta de histórias que contribuíram e contribuem com a memória de Juiz de Fora. O projeto "Memória Viva" é oriundo da busca gradativa de colher histórias de vida, depoimentos sobre fatos e acontecimentos, na perspectiva dos olhares e das vivências das pessoas idosas moradoras do município, que vão colaborar com fragmentos de histórias não escritas.
A iniciativa da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) provém de exemplos anteriormente executados em outros lugares e em diversos formatos. A questão central é dar voz e resgatar as lembranças dessas pessoas, ressaltando suas experiências, percepções e trajetórias pessoais para que, desta maneira, seja uma forma concreta de valorizar a memória coletiva da cidade. Coordenando a ação, a assessora de Políticas Públicas para Idosos da SEDH, Maria Cristina Alves Pereira, destaca que a intenção é valorizar a pessoa idosa para que ela tenha o envelhecimento ativo estimulado, restabelecendo sua relação com a sociedade e contribuindo para a recuperação do seu lugar enquanto cidadãos.
Na primeira atividade, realizada na quarta-feira, 4, diversos idosos prestigiaram a tenda montada em frente ao Cine-Theatro Central, com servidores prontos para ouvir as curiosidades de cada um. Esta proposta está ancorada nos arranjos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e outras orientações da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o envelhecimento, que estimulam promover iniciativas por meio das quais as pessoas idosas possam ser e sentir-se mais integradas à sociedade e ao seu território em transformação.
Também é importante os idosos passarem suas experiências para as próximas gerações para que conhecimentos sejam perpetuados e acumulados na evolução da humanidade, é importante ainda a cultura oral, estreitando relações e provocando engajamento numa relação afetiva, não só sobre os idosos, mas também de pais para filhos.
A importância de dar voz e escutar a memória coletiva e a história de vida de pessoas idosas, uma vez que
estas podem contribuir para sua própria identidade, como também para a propagação de saberes para outras gerações
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