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Terça-feira, 21 de Maio de 2024
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Juiz de Fora

Prefeita Margarida Salomão fiscaliza obras em Juiz de Fora

As obras são consideradas cruciais para impulsionar o comércio, a economia e o turismo na cidade

Júlia Paes
Por Júlia Paes
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Prefeita Margarida Salomão fiscaliza obras em Juiz de Fora
Foto: Prefeitura de Juiz de Fora
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Nesta quinta-feira (9), a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, fiscalizou duas obras em andamento na cidade. O objetivo foi verificar o progresso da construção da rede de drenagem no São Bernardo, zona leste da cidade, e a reforma do Mercado Municipal. As inspeções técnicas contaram com a presença do Secretário de Obras, Lincoln Santos, e da Secretária de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Fabíola Paulino. 

O investimento total nas obras visitadas chega a aproximadamente R$22 milhões. “São obras bonitas, importantes e necessárias, que estamos realizando com recursos da Prefeitura e que são fundamentais para a cidade de Juiz de Fora, tanto do ponto de vista da infraestrutura, quanto do comércio, economia e turismo”, ressalta a prefeita.

 

Redes de drenagem no São Bernardo

A primeira parada da prefeita foi na altura da Rua Prof. Joaquim Henrique Viana, onde estão em andamento as obras de construção das novas redes de drenagem. Essas redes têm como objetivo captar as águas pluviais que caem no bairro, visando evitar os problemas frequentes de alagamentos e enxurradas. As obras de drenagem do Complexo Cesário Alvim incluem a instalação de 2,2 km de rede pluvial, composta por 1400 metros de tubulação PEAD, com dimensões variando de 600 a 1500 mm de diâmetro, além de uma galeria com extensão de 800 metros e mais de quatro metros de diâmetro, projetada para lidar com grandes vazões.

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De acordo com a prefeita, o alto investimento é necessário para conter os transtornos causados pelas chuvas que afligem a população do São Bernardo. “É fundamental o investimento em infraestrutura, investir em contenção de encosta, investir em drenagem, são obras enormes, mas na hora em que ficarem prontas, ninguém mais vai ver, pois estarão debaixo da terra. Só vão tomar conhecimento dela quando chover e a água escoar pelo bueiro. São obras de grande importância, um problema histórico que estamos enfrentando e resolvendo de uma vez por todas, além de estarmos investindo aqui mais de R$12 milhões, que são absolutamente fundamentais para a segurança urbana”, reforça.

 

Lincoln Santos afirma que diversas ruas já receberam ou ainda vão receber as novas redes pluviais: “Essa região da Rua Cesário Alvim, que é o bairro São Bernardo, já finalizamos os trabalhos nas ruas Palmira Pessoa, Padre Arnaldo Jansen e Almada Horta. Estamos agora atuando na Rua Goiás e na Rua Prof. Joaquim Henrique Viana, que vai captar toda água dessas ruas. Estamos duplicando a rede de coleta de águas pluviais, demolindo uma galeria antiga e construindo uma nova, de 2,5 m por 2 metros. Com isso estamos mais que duplicando a capacidade de vazão dessa galeria, passando de 10 m³ por segundo, para 24 m³ por segundo, o que faz com que a gente consiga evitar o que acontece em todos os períodos de chuva, inundando e destruindo o asfalto com enxurradas”.

 

Mercado Municipal

Durante a segunda visita, a prefeita Margarida Salomão foi ao Mercado Municipal, onde fez um tour para inspecionar as novas instalações e acompanhar o progresso da reforma. A revitalização desse espaço representa uma oportunidade de integração entre os produtores locais e a comunidade, promovendo um ambiente propício para o encontro e a interação entre ambos.

Segundo Margarida, o novo Mercado Municipal possui um grande potencial turístico, gastronômico e cultural para Juiz de Fora: “Uma injeção de qualidade urbana, convivência, modos de produção de economia criativa, uma forma mais rica e vibrante, que é esse novo espaço. Uma diversão completa no coração da cidade, estamos conquistando esse local que fica dentro da antiga fábrica Mascarenhas. Estou maravilhada com a beleza da construção, com a qualidade desse espaço, que agora terá à altura de sua potência. O novo mercado vai oferecer uma programação completa, não só de compras, mas de lazer também. Isso torna esse mercado, lindo, não apenas um equipamento para a cidade de Juiz de Fora, mas, ao ver, um grande atrativo turístico ao porte dos grandes mercados de São Paulo e Belo Horizonte. Estamos contribuindo para revitalizar o centro da cidade, e criar novas alternativas econômicas para o nosso desenvolvimento”.

O projeto inclui a manutenção dos quiosques no térreo, que oferecerão uma ampla variedade de produtos relacionados à atividade central do mercado. Além disso, prevê a criação de uma espaçosa praça de alimentação no segundo andar, com diversos restaurantes, mesas e até um pequeno palco para entretenimento. Inspirado em experiências bem-sucedidas em diferentes localidades, esse espaço visa proporcionar momentos agradáveis aos visitantes. No mesmo andar, será instalada uma sala de exposições, destinada a promover o acesso a outras formas de cultura, além de valorizar artistas locais e da região.

No prédio anexo, anteriormente ocupado pela Secretaria de Educação, o projeto contempla a criação de um centro de artesanato no térreo e um centro audiovisual no segundo andar. O centro audiovisual tem como objetivo impulsionar essa área na cidade, oferecendo um espaço dedicado à produção e divulgação de conteúdo audiovisual, além de um pequeno auditório destinado a projeções de filmes, curtas-metragens e outras produções.
 
Segundo Lincoln, a obra está dentro do cronograma estabelecido pela Prefeitura. A reforma do Mercado Municipal está recebendo o investimento de cerca de R$10 milhões. “A gente já se encontra com 40% do cronograma físico executado, a parte de demolição já quase totalmente pronta, estamos com a obra dentro do cronograma, uma obra muito bem executada”, reforça.

 

Fabíola Paulino, secretária de Agricultura, Pecuária e Abastecimento,  explica como vão ser as ocupações do novo mercado. “No primeiro piso vai funcionar a área de hortifrúti, bancas com alimentos in natura; resgatamos a tradição do mercado, que é o açougue e a peixaria, além de manter empreendimentos, como floricultura, loja de embalagens, cafeteria e lanchonete, para que a população tenha uma variedade de estabelecimentos comerciais e possa, num lugar só, realizar suas compras, tomar um café e assistir uma amostra ou exposição”.

 

O segundo andar vai ser ocupado por restaurantes e contará com um espaço cultural para realização de exposições e amostras. “O segundo piso foi dedicado à área da gastronomia. Teremos ao todo sete restaurantes, sendo dois considerados master, que em breve lançaremos o edital para ocupação. Além dos restaurantes, teremos bares e quiosques, voltados para a valorização dos produtores locais e lanchonetes. Um espaço muito prestigiado para valorizar a nossa gastronomia local”.
 

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