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Domingo, 14 de Junho 2026
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Jovem morre durante salto de rope jump em Limeira; investigação apura possível erro em procedimento de segurança

Polícia Civil investiga circunstâncias da morte de participante de 21 anos durante atividade radical em São Paulo; empresa cobrava R$ 180 por salto e tinha novos eventos programados

Érika Lima
Por Érika Lima
Jovem morre durante salto de rope jump em Limeira; investigação apura possível erro em procedimento de segurança
Reprodução
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Uma jovem de 21 anos morreu durante a prática de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo. A Polícia Civil investiga se houve falha nos procedimentos de segurança antes do salto realizado na Ponte do Esqueleto, uma estrutura conhecida por sediar atividades de aventura na região.

A vítima foi identificada como Maria Eduarda Rodrigues de Freitas. O caso ocorreu no sábado (13/06) e ganhou repercussão nacional após vídeos e relatos apontarem que a participante pode ter realizado o salto sem que a corda principal de segurança estivesse conectada ao sistema de proteção.

Investigação busca esclarecer o que aconteceu antes do salto

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De acordo com informações apuradas pelas autoridades, Maria Eduarda participava de uma atividade de rope jump organizada por uma empresa especializada em esportes de aventura. Durante a realização do salto, ocorreu a queda da participante de uma altura estimada em cerca de 40 metros.

Relatos de testemunhas, que agora integram a investigação, indicam que a corda principal de segurança pode não ter sido conectada antes da autorização para o salto. A Polícia Civil trabalha para confirmar a dinâmica dos fatos e identificar eventuais responsabilidades.

Vídeos registrados por participantes e pessoas que acompanhavam a atividade também estão sendo analisados pelos investigadores.

Polícia apura responsabilidades e cumprimento dos protocolos

A investigação busca determinar se todos os procedimentos obrigatórios de segurança foram executados corretamente antes da atividade.

Entre os pontos analisados estão a conferência dos equipamentos, a qualificação dos responsáveis pela operação, os protocolos adotados pela organização e a sequência de ações realizadas momentos antes do salto.

Pessoas ligadas à organização da atividade prestaram esclarecimentos às autoridades e o caso segue sob investigação.

Empresa cobrava R$ 180 por salto e mantinha agenda de eventos

Informações divulgadas pela imprensa apontam que a empresa responsável pela atividade cobrava R$ 180 por salto realizado na Ponte do Esqueleto.

Além disso, a organizadora mantinha uma agenda de novos eventos já anunciados para os próximos meses. Entre as atividades divulgadas estavam eventos previstos em cidades do estado de São Paulo e também em Minas Gerais.

A programação incluía, inclusive, uma nova edição do rope jump na própria Ponte do Esqueleto prevista para o mês de julho.

As informações passaram a integrar a apuração das autoridades, que analisam a estrutura operacional da empresa e os procedimentos adotados na realização das atividades.

O que é o rope jump

O rope jump é uma modalidade de esporte de aventura que utiliza cordas de escalada e sistemas de ancoragem para permitir saltos de grandes alturas.

Diferentemente do bungee jump, o participante realiza uma queda seguida por um movimento pendular controlado. A prática exige equipamentos certificados, profissionais treinados e rigorosos protocolos de segurança.

Especialistas explicam que atividades desse tipo costumam adotar sistemas de dupla conferência, nos quais mais de um operador verifica todas as conexões antes da liberação do participante.

Segurança em esportes de aventura volta ao debate

A tragédia reacendeu discussões sobre fiscalização, treinamento de equipes e cumprimento de protocolos em atividades de alto risco.

Entidades ligadas ao setor destacam que a utilização de equipamentos adequados precisa estar associada a procedimentos rigorosos de conferência, reduzindo a possibilidade de falhas humanas.

A Polícia Civil deverá utilizar laudos periciais, depoimentos e análises técnicas para esclarecer exatamente o que ocorreu no momento do salto.

Insight RCWTV

O caso de Limeira evidencia que, em atividades de aventura, a segurança depende tanto da qualidade dos equipamentos quanto da execução correta dos procedimentos operacionais. Em operações profissionais, a conferência dos sistemas de proteção costuma ser realizada por mais de um responsável justamente para minimizar riscos decorrentes de falhas humanas. A investigação será fundamental para determinar se os protocolos previstos foram efetivamente cumpridos.

FAQ

Quem era a jovem que morreu durante o rope jump?

A vítima foi identificada como Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos.

O que a polícia está investigando?

A Polícia Civil apura se houve erro nos procedimentos de segurança e se a corda principal de proteção estava devidamente conectada no momento do salto.

A empresa continuava anunciando eventos?

Sim. Segundo informações divulgadas pela imprensa, a organizadora mantinha uma agenda de novos eventos em São Paulo e Minas Gerais, incluindo uma nova atividade prevista para a Ponte do Esqueleto.



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FONTE/CRÉDITOS: Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), Polícia Civil do Estado de São Paulo, Polícia Militar do Estado de São Paulo, reportagem da Record TV/Cidade Alerta e reportagem do G1 Piracicaba e Região.

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Érika Lima

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Érika Lima

Estudante de Jornalismo apaixonada por contar histórias que importam. Acredito no poder da comunicação para informar, inspirar e provocar mudanças. Comprometida com a verdade e a clareza em cada palavra.

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