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Segunda-feira, 17 de Junho de 2024
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Governo de Minas inicia ações para o reconhecimento do samba mineiro como Patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais

Assinatura do termo de abertura do processo de registro do gênero musical foi realizada nesta sexta-feira (2/2), no Palácio da Liberdade

Marcus Macedo
Por Marcus Macedo
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Governo de Minas inicia ações para o reconhecimento do samba mineiro como Patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais
Cristiano Machado / Imprensa MG
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O samba de Minas Gerais está a um passo de ser declarado Patrimônio Cultural Imaterial do estado, graças a uma iniciativa pioneira do Governo de Minas, através da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha). O processo de reconhecimento foi iniciado com a assinatura do termo nesta sexta-feira (2/2), num evento realizado no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte.

Durante o evento, foi também anunciado o lançamento do Palácio do Samba, um projeto que transformará o Palácio da Liberdade em um espaço de celebração ao samba mineiro, com apresentações de quatro velhas guardas e rodas de samba, como parte das festividades do Carnaval da Liberdade 2024. Uma homenagem especial foi dedicada a José Luiz Lourenço, conhecido como Mestre Conga, um ícone do carnaval belo-horizontino que fundou a Escola de Samba Surpresa em 1945 e celebra seu 97º aniversário.

Leônidas de Oliveira, secretário de Estado de Cultura e Turismo, destacou a importância de registrar o samba como uma expressão cultural vital para Minas Gerais, reconhecendo os compositores locais e a contribuição do estado para o samba nacional. O processo de patrimonialização foi solicitado pelo Coletivo de Sambistas Mestre Conga, enfatizando o legado do homenageado.

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Nonato do Samba, um dos líderes do coletivo, salientou a importância da velha guarda na manutenção da tradição do samba e a valorização dessa expressão cultural com o registro como patrimônio imaterial.

Carlos Roberto da Silva, conhecido como Carlinhos Visual, presidente da Velha Guarda do Samba de Belo Horizonte, apontou que o reconhecimento do samba mineiro trará visibilidade e apreciação para a rica cultura de Minas Gerais.

A pesquisa e o inventário conduzidos pelo Iepha revelam a significativa influência de Minas no samba nacional, destacando compositores mineiros como Ari Barroso, Geraldo Pereira e Ataulfo Alves, e identificando peculiaridades regionais no samba mineiro.

O processo de registro do samba como patrimônio cultural imaterial está em andamento, com a colaboração de detentores e pesquisadores para documentar a diversidade do samba em Minas Gerais. Uma vez concluído, o dossiê será submetido ao Conselho Estadual do Patrimônio Cultural (Conep) para oficializar o registro.

O Palácio do Samba, durante o carnaval, acolherá apresentações de importantes velhas guardas e grupos de samba, marcando um momento histórico para o samba mineiro e para os participantes, como expressou Carlinhos Visual, emocionado por fazer parte desse marco cultural dentro do Palácio da Liberdade.

FONTE/CRÉDITOS: Governo do Estado de Minas Gerais
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