Um caso de importunação sexual foi registrado na última sexta-feira (20) em uma unidade do Departamento de Informação Geral e Atendimento (DIGA), localizada no bairro Benfica, na zona norte de Juiz de Fora. Um prestador de serviços terceirizado foi detido pela Polícia Militar após ser denunciado por uma usuária do serviço público.
A repercussão do caso gerou forte indignação popular e levantou debates nas redes sociais sobre os critérios de contratação de empresas terceirizadas.
A Dinâmica da Denúncia
De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), a vítima é uma jovem de 21 anos.
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O Atendimento: Ela relatou que compareceu à unidade do DIGA com o objetivo rotineiro de efetuar a recarga de seu cartão de ônibus.
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O Ato: Durante o atendimento, o servidor terceirizado teria colocado a mão por dentro da calça e iniciado o ato de masturbação diante da vítima.
Diante da situação, a mulher se desesperou e começou a gritar por socorro no interior da unidade.
Testemunhas e Condução
Embora as testemunhas que estavam nas proximidades não tenham presenciado o ato libidinoso no momento exato em que ocorreu, o registro policial destaca um detalhe que corrobora a versão da vítima: as pessoas que foram socorrê-la relataram ter visto o suspeito com o zíper da calça aberto.
O homem negou todas as acusações. No entanto, diante da denúncia e dos relatos, ele foi conduzido em flagrante pela Polícia Militar até a delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos e aguardar as medidas legais.
Posicionamento da Prefeitura
Em resposta ao ocorrido, a Prefeitura de Juiz de Fora emitiu uma nota oficial esclarecendo que o homem não é servidor público concursado e que a empresa empregadora já foi notificada. Confira a íntegra:
"A Prefeitura tomou conhecimento da ordem de prisão relacionada a ato libidinoso envolvendo funcionário terceirizado, sem vínculo direto com o Município. A empresa contratada foi imediatamente comunicada para adoção das providências cabíveis. A Prefeitura repudia qualquer manifestação de violência e seguirá colaborando com as investigações."
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