O setor de eventos chega a 2026 em expansão e com maior pressão por experiências capazes de combinar presença física, transmissão digital e participação em tempo real. Projeção da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos indica que o consumo no setor de recreação deve atingir R$ 151,9 bilhões neste ano, crescimento de 7,8% em relação ao fechamento de 2025.
O avanço também aparece no emprego. Segundo dados do Radar Econômico da ABRAPE, o mercado deve abrir cerca de 143 mil vagas formais em 2026. No primeiro bimestre, o consumo em recreação somou R$ 25,33 bilhões, maior valor para o período desde o início da série, em 2019. O estoque de empregos formais no núcleo do setor chegou a 205,5 mil vínculos em fevereiro, alta de 84,5% em relação a 2019.
É nesse ambiente que a IOXtream, empresa brasileira de tecnologia, atua com soluções que conectam lives, eventos, lojas, inteligência artificial, QR Codes, alertas, doações via Pix, painéis e dispositivos inteligentes. A proposta da empresa é transformar ações digitais em respostas visíveis no ambiente físico ou na transmissão ao vivo, criando novas formas de interação entre público, marcas e criadores.
Público passa a interferir na experiência
A digitalização dos eventos avançou para uma fase em que apenas transmitir uma experiência já não é suficiente. Em lives, ativações de marca, lojas e eventos presenciais, a disputa pela atenção exige recursos que tornem o público parte da ação. A interação deixa de estar restrita a comentários, curtidas ou formulários e passa a acionar elementos do cenário, telas, luzes, alertas, máquinas e outros dispositivos conectados.
No caso das transmissões ao vivo, espectadores podem interferir no ambiente em tempo real. Uma doação via Pix, uma ação por QR Code ou uma notificação durante a live pode acionar luzes, máquina de bolhas, efeitos visuais ou outros dispositivos inteligentes integrados à experiência.
Para a IOXtream, esse movimento representa uma nova camada de relacionamento entre quem produz o conteúdo e quem participa dele: “O público não quer apenas assistir a um conteúdo ou passar por um estande. Ele quer perceber que sua ação muda algo naquele ambiente. Quando uma doação, um QR Code ou uma interação aciona uma luz, um alerta ou um dispositivo físico, a experiência deixa de ser passiva e ganha memória”, afirma Lucas Longhi, CEO da IOXtream.
Origem no streaming e expansão para marcas
A IOXtream nasceu com forte relação com o universo de streamers, em que a interação em tempo real é parte central da dinâmica entre criador e audiência. Com o avanço das experiências híbridas, a tecnologia passou a atender também marcas, eventos, lojas, ativações promocionais, transmissões de venda, ações com patrocinadores e ambientes que precisam gerar engajamento mensurável.
Entre os recursos disponíveis estão doações via Pix, QR Codes para interação, vozes com inteligência artificial, alertas personalizados, feed de experiências, painéis para canais e integração com dispositivos inteligentes. Na prática, essas ferramentas permitem que uma ação digital gere resposta imediata no ambiente, criando uma ponte entre comportamento online e estímulo físico.
Esse tipo de solução conversa com uma demanda crescente do mercado de eventos. Com maior volume de consumo e retomada consistente do emprego em 2026, organizadores, marcas e produtores passam a buscar formatos que ampliem permanência, coleta de dados, participação e diferenciação da experiência.
Tecnologia conecta ambiente físico e digital
A tecnologia da IOXtream pode ser aplicada em feiras, congressos, eventos corporativos, ativações em pontos de venda, lançamentos de produtos, transmissões de criadores de conteúdo, live commerce e experiências em lojas. Em todos esses casos, a interatividade ajuda a organizar a jornada do participante e a transformar uma ação pontual em um canal de relacionamento.
“Existe uma diferença relevante entre transmitir um evento e criar uma experiência conectada. A transmissão leva o conteúdo até a audiência. A camada interativa permite que essa audiência influencie o que acontece, gere dados e participe da construção do momento. Essa é uma mudança importante para marcas que querem sair do formato expositivo e criar vínculos mais fortes com o público”, explica Lucas Longhi.
Neste contexto, a busca por experiências inovadoras para eventos ganha relevância entre empresas que precisam integrar presença física, participação digital e resultados mensuráveis sem depender apenas de formatos convencionais. A inovação, nesse caso, não está apenas no uso de dispositivos conectados, mas na capacidade de fazer com que o público participe de maneira perceptível e imediata.
IA amplia personalização e resposta em tempo real
A adoção de inteligência artificial reforça essa transformação ao permitir novas formas de personalização, automação de respostas, vozes sintéticas, alertas e experiências adaptadas ao contexto da interação. Em vez de tratar a tecnologia apenas como suporte operacional, soluções como a da IOXtream passam a ocupar papel estratégico na criação de experiências mais dinâmicas.
Jornalista Daiane de Souza | 0007147/SC

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