Ao longo do primeiro semestre deste ano, a Secretaria de Educação (SE) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) vem coordenando dois processos dialógicos de construção que envolvem simultaneamente as discussões de um Grupo de Trabalho (GT) dedicado à elaboração do “Documento Orientador Normativo da Educação na e para a Diversidade”, e reuniões com representantes dos Conselhos Regionais de Psicologia e de Serviço Social.
No GT, composto por 51 servidoras(es) da rede municipal de ensino, as discussões são pautadas nas vivências enquanto educadoras(es) da rede, nos Atendimentos Educacionais Especializados (AEEs), nos Centros de Atendimento Educacional Especializado (CAEEs), na docência compartilhada e/ou na sede da SE. O Grupo apresentará uma proposta de educação inclusiva ampliada, aproveitando a diversidade de experiências das(os) profissionais em acolher em segmentos diferenciados, tais como em trabalhos relacionados à saúde mental, com crianças de Casas de Acolhimento, com adolescentes em conflito com a lei e envolvendo questões étnico-raciais e de gênero.
Por sua vez, nas reuniões com os Conselhos Regionais de Psicologia e de Serviço Social, os diálogos são frutos de um Termo de Cooperação Técnica estabelecido entre a SE e as entidades profissionais e buscam estruturar a implementação da prestação desses serviços, com viés educacional, na rede municipal de educação.
A Gerente do Departamento de Inclusão e Atenção ao Educando (DIAE) da SE, Ana Paula Xavier, destaca que as diretrizes e os parâmetros de atuação de psicólogos e assistentes sociais na escola, em atendimento à Lei nº 13.935, estarão contempladas no “Documento Orientador Normativo da Educação na e para a Diversidade”, o que leva à convergência do trabalho dos dois grupos.
Nesse sentido, um encontro no final do semestre possibilitou aos profissionais conhecerem o que está sendo construído simultaneamente nos diferentes espaços, permitindo, por exemplo, aos membros do GT, entenderem o perfil específico de psicólogos e de assistentes sociais que atuarão na escola em atendimento ao contexto da sala de aula e superarem perspectivas do senso comum, como a de que o psicólogo escolar fará atendimentos clínicos, emitirá laudos ou atenderá públicos específicos.
“Unir os dois grupos se deu também na perspectiva do estabelecimento, pela Prefeitura, de uma Política Pública da Educação de Juiz de Fora. Dessa forma, a criação da carreira do Psicólogo e da Assistente Social na e para a educação imprime uma adequação à lei e estabelece parâmetros também para o trabalho com a diversidade”, ressalta Ana Paula.
O projeto de criação das duas carreiras, com objetivos, metodologia e estrutura, está sendo construído no âmbito da Secretaria de Educação. Incluído no Plano Plurianual (PPA) 2022-2025, será apresentado oportunamente pela Prefeitura de Juiz de Fora.
Leia mais:
SE instaura GT para elaborar documento orientador da Educação sobre diversidade
SE e Conselhos de Psicologia e de Serviço Social reúnem-se para implementação multiprofissional na rede municipal
No GT, composto por 51 servidoras(es) da rede municipal de ensino, as discussões são pautadas nas vivências enquanto educadoras(es) da rede, nos Atendimentos Educacionais Especializados (AEEs), nos Centros de Atendimento Educacional Especializado (CAEEs), na docência compartilhada e/ou na sede da SE. O Grupo apresentará uma proposta de educação inclusiva ampliada, aproveitando a diversidade de experiências das(os) profissionais em acolher em segmentos diferenciados, tais como em trabalhos relacionados à saúde mental, com crianças de Casas de Acolhimento, com adolescentes em conflito com a lei e envolvendo questões étnico-raciais e de gênero.
Por sua vez, nas reuniões com os Conselhos Regionais de Psicologia e de Serviço Social, os diálogos são frutos de um Termo de Cooperação Técnica estabelecido entre a SE e as entidades profissionais e buscam estruturar a implementação da prestação desses serviços, com viés educacional, na rede municipal de educação.
A Gerente do Departamento de Inclusão e Atenção ao Educando (DIAE) da SE, Ana Paula Xavier, destaca que as diretrizes e os parâmetros de atuação de psicólogos e assistentes sociais na escola, em atendimento à Lei nº 13.935, estarão contempladas no “Documento Orientador Normativo da Educação na e para a Diversidade”, o que leva à convergência do trabalho dos dois grupos.
Nesse sentido, um encontro no final do semestre possibilitou aos profissionais conhecerem o que está sendo construído simultaneamente nos diferentes espaços, permitindo, por exemplo, aos membros do GT, entenderem o perfil específico de psicólogos e de assistentes sociais que atuarão na escola em atendimento ao contexto da sala de aula e superarem perspectivas do senso comum, como a de que o psicólogo escolar fará atendimentos clínicos, emitirá laudos ou atenderá públicos específicos.
“Unir os dois grupos se deu também na perspectiva do estabelecimento, pela Prefeitura, de uma Política Pública da Educação de Juiz de Fora. Dessa forma, a criação da carreira do Psicólogo e da Assistente Social na e para a educação imprime uma adequação à lei e estabelece parâmetros também para o trabalho com a diversidade”, ressalta Ana Paula.
O projeto de criação das duas carreiras, com objetivos, metodologia e estrutura, está sendo construído no âmbito da Secretaria de Educação. Incluído no Plano Plurianual (PPA) 2022-2025, será apresentado oportunamente pela Prefeitura de Juiz de Fora.
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FONTE/CRÉDITOS: PJF
