O Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde/MG) apresentou uma denúncia contra o Hospital Regional João Penido, localizado em
Relatos de servidores e riscos assistenciais
A direção estadual e a coordenação do núcleo local do Sind-Saúde/MG informaram que as orientações não foram oficializadas por meio de documento escrito e vêm sendo aplicadas há cerca de uma semana. A entidade alerta que o racionamento imposto pode acarretar complicações de saúde nos internados acamados ou com incontinência, aumentando o risco de lesões cutâneas, dermatites e infecções.
Em resposta à medida, profissionais da Ala B da instituição elaboraram e assinaram um abaixo-assinado, com a adesão de acompanhantes e pacientes:
• Conteúdo do documento: Registro de que a orientação verbal compromete o atendimento humanizado e a higiene
• Insuficiência de insumos: Alertou-se que a quantidade repassada é inadequada para o quadro clínico de indivíduos em recuperação
• Responsabilidade institucional: O texto reforça que o fornecimento de materiais básicos de higiene é dever do hospital público
Posicionamento oficial da Fhemig
Procurada para esclarecer as apurações, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), responsável pela gestão do Hospital Regional João Penido, negou a ausência de insumos na unidade hospitalar.
Segundo a nota oficial da Fhemig, o processo de entrega de fraldas foi reestruturado e passa a ser operado diretamente pelo almoxarifado central, utilizando parâmetros técnicos e assistenciais. A fundação pontua que a cota leva em conta o volume de leitos ocupados por acamados e as especificidades clínicas de cada paciente, visando otimizar a gestão sem gerar prejuízos ao atendimento e à higiene na unidade de

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