A partir desta quarta-feira, 22, a Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Sesuc), da Prefeitura de Juiz de Fora, está em uma jornada pela cultura. A ideia é arrecadar livros infantis para disponibilização ao público em evento aberto que irá acontecer no mês de outubro. A Sesuc pede a quem possa doar livros infantis, novos ou usados, que entregue em um dos dois postos de arrecadação montados. O primeiro fica na recepção do prédio da Prefeitura, à Avenida Brasil, 2.001. O segundo, na sede da própria Secretaria, que fica na Avenida Sete de Setembro, 768, bairro Costa Carvalho, no horário das 8h às 13h e das 14h às 17h.
A iniciativa busca ampliar o acesso à leitura e ao mundo dos livros. As doações vão ajudar a aproximar crianças que, por vezes, não têm condições de adquirir livros. O objetivo é abrir novas perspectivas, oferecendo oportunidades de conhecerem novas histórias e sonhos, a partir do contato com o universo das letras.
Por se tratar de um material que muitas pessoas possuem guardado em casa, a expectativa é conseguir um volume considerável de doações. Assim, a proposta acaba tendo também um viés sustentável, dando reutilização e circulação a livros antes parados na estante ou que teriam como destino o lixo. Vantagem tanto para as crianças, cujo acesso ao conhecimento e à aventura pelas páginas lidas será ampliado, quanto para os próprios livros, que terão nova vida ao circularem por outras mãos.
A secretária de Segurança, Letícia Paiva Delgado, aposta no poder transformador da cultura e da educação, bem como no envolvimento da Guarda Municipal na interação com o público infantil. “Pensamos essa ação para o incremento da leitura. E quem vai fazer a entrega desses livros às crianças vai ser a Guarda Municipal. Porque essa ação, embora simples, é muito simbólica e representativa daquilo que nós pensamos sobre o papel de uma Guarda Municipal cidadã, que se envolve com os problemas da cidade e que contribui efetivamente para a construção de uma cidade que seja direito de todos e todas. Nós trabalhamos por uma Guarda Municipal que seja promotora dos Direitos Humanos”, argumenta a secretária.
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FONTE/CRÉDITOS: Imprensa PJF