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Sabado, 20 de Julho de 2024
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Economia

Minas Gerais Lidera a Revolução da Energia Limpa com Hidrogênio Verde

Inauguração do Primeiro Centro de Hidrogênio Verde do Brasil em Itajubá Marca Avanço Significativo na Transição Energética e Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa

Jordana Alves
Por Jordana Alves
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Minas Gerais Lidera a Revolução da Energia Limpa com Hidrogênio Verde
Assessoria PJF
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A transição energética é um dos temas mais relevantes da atualidade, focando na mitigação das mudanças climáticas, na redução da dependência de combustíveis fósseis e na promoção de fontes renováveis de energia. Minas Gerais, que já é referência em energia limpa no Brasil, está dando um passo significativo nessa direção com o desenvolvimento do primeiro Centro de Hidrogênio Verde do estado, localizado em Itajubá, no Sul de Minas.

O Projeto em Itajubá

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, visitou as obras do Centro de Hidrogênio Verde, destacando a importância do projeto para o futuro da energia limpa. A iniciativa visa utilizar o hidrogênio como alternativa aos combustíveis fósseis no abastecimento de veículos, reduzindo assim a poluição. Zema ressaltou que o processo de produção do hidrogênio verde é totalmente limpo, utilizando apenas água e energia elétrica, e que, com a escalabilidade e a redução de custos, o hidrogênio verde poderá substituir a maioria dos combustíveis fósseis no futuro.

Iniciativas Sustentáveis e Inovadoras

Em 2021, Minas Gerais tornou-se o primeiro estado da América Latina a aderir à campanha Race to Zero, uma iniciativa global liderada pelo Reino Unido que visa neutralizar as emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050. Zema enfatizou que o estado já possui uma das matrizes energéticas mais limpas do Brasil, com mais de 95% de energia verde, e está trabalhando para se destacar ainda mais na transição energética.

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Centro de Pesquisas

O Centro de Hidrogênio Verde de Itajubá, alimentado exclusivamente por energia solar, é o primeiro do Brasil dedicado ao estudo do hidrogênio verde. Localizado na Universidade Federal de Itajubá (Unifei), o centro recebeu um investimento de R$ 25 milhões do governo alemão, por meio da agência estatal GIZ. A estrutura inclui um eletrolisador de 300 kW, capaz de produzir 100 quilos de hidrogênio por dia, e foi criada para incluir disciplinas sobre hidrogênio verde nos currículos acadêmicos.

Segundo o professor Marcos Aurélio de Souza, o hidrogênio é considerado verde quando produzido a partir de fontes de energia sustentáveis, como os painéis solares utilizados no centro. O processo envolve a hidrólise da água, separando o hidrogênio do oxigênio através de uma corrente elétrica. Esse hidrogênio pode ser estocado e utilizado conforme a necessidade, oferecendo uma forma eficiente de armazenamento de energia renovável.

Investimento em Educação e Empreendedorismo

Além do centro de hidrogênio, Zema também visitou as obras do novo anexo da Universidade Federal de Itajubá, que abrigará o Centro de Empreendedorismo. Este espaço, voltado para alunos do ensino médio da rede pública estadual, incluirá um coworking e áreas para pesquisa e aprendizado, com conclusão prevista para 2025. As obras são financiadas pelo Programa de Apoio às Universidades Federais de Minas, demonstrando o compromisso do estado com a educação e a inovação.

Conclusão

Minas Gerais está se posicionando na vanguarda da transição energética no Brasil, investindo em tecnologias e pesquisas que podem transformar a matriz energética do estado e do país. O Centro de Hidrogênio Verde em Itajubá é um marco importante nesse caminho, representando um avanço significativo no uso de fontes renováveis e no desenvolvimento de alternativas sustentáveis aos combustíveis fósseis. Com esses esforços, o estado não apenas contribui para a mitigação das mudanças climáticas, mas também se prepara para ser um protagonista na nova era da energia limpa.

O reitor da Unifei, Edson Bortoni, explica que o programa deve atender cerca de 10 mil alunos por ano, dependendo da disponibilidade de horários. “O projeto inclui dois laboratórios de coworking, cada um com 450 metros quadrados, e um laboratório de prototipagem com 250 metros quadrados, equipado com tecnologia avançada. Nesse espaço, os alunos do ensino médio e da universidade resolverão problemas reais propostos por empresas parceiras, colaborando com empresas da região do Sul de Minas e do Vale do Paraíba”, explicou.

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FONTE/CRÉDITOS: Assessoria PJF
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Jordana Alves

Publicado por:

Jordana Alves

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