Celebrado em 17/08, o Dia Nacional do Pão de Queijo destaca mais do que a identidade cultural e gastronômica: evidencia a força econômica de um produto que movimenta toda uma cadeia produtiva. O ciclo começa no campo com a pecuária leiteira, passa pelo processamento industrial e chega com destaque às padarias e mesas de consumidores em todo o país.
O estado de
A força da cadeia leiteira em
A base para a fabricação do alimento fundamenta-se na pujança do setor lácteo mineiro. Em 2025, o estado registrou produção estimada de 9,78 bilhões de litros de leite, sendo que 48,5% do volume inspecionado foi direcionado à fabricação de queijos, segundo dados do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados no Estado de Minas Gerais (SILEMG).
O estado reúne 775 estabelecimentos de laticínios e aproximadamente 134 mil produtores que destinam leite ao processamento. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, em 2025,
A fabricação do pão de queijo impulsiona também outros insumos agrícolas fundamentais, como o polvilho e a mandioca. O setor faz parte de uma indústria de alimentos que movimentou R$ 164,5 bilhões em
Para superar desafios de mão de obra e ganhar competitividade, o setor investe na incorporação de tecnologias de automação, processos industrializados de secagem do polvilho e novas técnicas para o cultivo da mandioca. O setor monitora custos com energia e logística para manter os preços competitivos no varejo.
Destaque absoluto na panificação
Com mais de 33 mil empresas ativas no segmento de panificação e confeitaria,
A inovação no formato congelado — que permite o assamento direto no forno — e o surgimento de novas apresentações recheadas e formatos diversificados garantem a presença contínua do produto na rotina diária e no gosto popular de geração em geração.

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