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Saúde

Doença de Newcastle em Santa Catarina tem protocolos sanitários cumpridos

Autoridades avançam na limpeza de instalações e vigilância após confirmação de foco da enfermidade em granja de perus.

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
Doença de Newcastle em Santa Catarina tem protocolos sanitários cumpridos
© Valter Campanato/Agência Brasil
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O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou que o despovoamento sanitário de uma granja comercial de perus em Nova Itaberaba, em Santa Catarina, foi finalizado após a identificação de um caso da doença de Newcastle. A medida visa conter qualquer possibilidade de propagação do vírus na região.

Logo após a conclusão dessa etapa inicial, equipes especializadas iniciaram a higienização rigorosa e a desinfecção completa do local. Todo o processo segue estritamente os manuais e protocolos sanitários exigidos para situações de emergência zoossanitária.

De forma simultânea, agentes públicos intensificaram a vigilância epidemiológica nas propriedades vizinhas. O monitoramento abrange toda a zona de restrição, além de um rigoroso controle sobre o trânsito de animais e insumos agrícolas.

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As operações reúnem esforços do Mapa, da Cidasc, da Polícia Civil, de órgãos municipais e do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária. A união entre essas forças busca proteger a avicultura nacional e garantir a segurança do setor produtivo.

Entenda o caso

A confirmação do foco na criação comercial ocorreu em um domingo. O local foi imediatamente isolado pelo Serviço Veterinário Oficial catarinense, paralisando o transporte de aves.

Como resposta rápida, o governo decretou estado de emergência zoossanitária por 60 dias em cidades como Nova Itaberaba, Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim.

O Ministério da Agricultura também reportou formalmente o episódio à Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) e a parceiros comerciais estrangeiros.

Sobre o vírus

A enfermidade acomete aves de criação e espécimes silvestres, sendo provocada por uma cepa agressiva do paramixovírus aviário do sorotipo 1. A detecção em solo catarinense ocorreu por meio de investigações locais e exames laboratoriais oficiais.

FONTE/CRÉDITOS: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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