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Segunda-feira, 08 de Junho 2026
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ONGs ampliam investimentos em segurança digital para proteger dados e operações

Infraestrutura em nuvem, controle de acessos e proteção de contas estão entre as medidas adotadas por organizações

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
ONGs ampliam investimentos em segurança digital para proteger dados e operações
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Organizações não governamentais têm reforçado medidas de segurança digital diante do aumento de ataques virtuais e da crescente dependência de plataformas online para armazenar documentos, gerenciar doações e manter comunicação com equipes e parceiros.

A preocupação ganhou força após diversos registros de incidentes cibernéticos envolvendo instituições sociais em diferentes países. Relatório divulgado pela Check Point Research apontou que organizações sem fins lucrativos estiveram entre os setores mais afetados por ataques de ransomware em 2024, cenário associado tanto ao armazenamento de dados sensíveis quanto à limitação de recursos técnicos por grande parte das ONGs.

Cartilhas alertam para riscos em estruturas digitais

A Plataforma Conjunta, iniciativa voltada ao fortalecimento da sociedade civil, publicou uma cartilha de segurança digital para organizações sociais com orientações sobre proteção de contas, armazenamento de dados, controle de acessos e uso seguro de ferramentas online.

O material destaca que a segurança digital vai além do uso de antivírus ou da troca frequente de senhas. Entre as principais recomendações estão a revisão da infraestrutura tecnológica, a atualização constante de sistemas, a proteção de dispositivos corporativos e a escolha adequada dos servidores utilizados pela organização.

Infraestrutura isolada reduz risco de contaminação da rede

Entre os pontos considerados críticos está o ambiente de hospedagem utilizado por ONGs para sites, sistemas internos e armazenamento de dados. Segundo a HostGator, soluções em nuvem com isolamento de recursos ajudam a reduzir o impacto de ataques direcionados a aplicações específicas da organização.

“O isolamento em servidores VPS impede que vulnerabilidades presentes em um único site afetem toda a estrutura digital da instituição. Isso cria uma camada adicional de proteção para sistemas, bancos de dados e ferramentas internas”, informa Rafael Souza, Analista de SEO da HostGator.

Nesse cenário, soluções como o vps openclaw têm sido adotadas por organizações que buscam ambientes mais segmentados para hospedar aplicações críticas, ampliar o controle de acessos e reduzir vulnerabilidades em suas operações digitais.

Migração para nuvem cresce entre organizações sociais

Além da segmentação da infraestrutura, a migração de servidores físicos para ambientes em nuvem também aparece entre as medidas adotadas por instituições do terceiro setor para garantir maior estabilidade operacional.

Ainda de acordo com a HostGator, estruturas locais podem apresentar limitações relacionadas à atualização de sistemas de segurança, monitoramento contínuo e capacidade de resposta a ameaças externas. Em muitos casos, organizações sociais operam com equipes reduzidas e menor suporte técnico especializado, aumentando a exposição a falhas e ataques virtuais.

“Ambientes em nuvem oferecem recursos mais avançados de monitoramento, backup e controle de acessos. Para organizações que lidam com dados de beneficiários, parceiros e doadores, isso contribui para reduzir riscos operacionais e melhorar a continuidade das atividades”, destaca Rafael.

Nesse contexto, o uso de soluções como o servidor gatorclaw têm sido utilizadas para ampliar o controle sobre processamento, além de permitir maior armazenamento e gerenciamento de aplicações utilizadas pelas ONGs.

Senhas e acessos continuam entre principais vulnerabilidades

Além da infraestrutura, cartilhas de segurança digital alertam para riscos relacionados a credenciais de acesso. Dados do relatório Data Breach Investigations Report, da Verizon, apontam que credenciais comprometidas seguem entre os principais vetores de ataques virtuais em organizações de diferentes setores.

Entre as recomendações mais recorrentes estão o uso de autenticação em dois fatores, a criação de senhas fortes e a limitação de permissões de acesso, conforme a função de cada colaborador.

Dependência digital amplia necessidade de proteção

Com operações cada vez mais concentradas em plataformas online, ONGs passaram a depender de ambientes digitais para comunicação interna, arrecadação de recursos e gestão de projetos.

Nesse cenário, investimentos em infraestrutura segura, proteção de dados e controle de acessos deixam de ser apenas medidas preventivas e passam a integrar estratégias de continuidade operacional e proteção institucional das organizações sociais.

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