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O que está por vir em 2021?

Provavelmente você já deve ter escutado que no Brasil o ano só começa de fato depois do carnaval

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Fonte: Pixabay
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O que podemos esperar, então, de um ano em que até a festa mais popular do país teve de ser cancelada?
 
Infelizmente continuamos a conviver com uma pandemia. Apesar da vacinação já ter sido iniciada, o processo de imunização em massa ainda vai levar um bom tempo.
 
Para tentar entender o que está por vir ao longo desse ano, a revista inglesa The Economist” convidou 50 especialistas que analisaram 20 tópicos atuais:
 
1- Socialização x trabalho remoto: a publicação reforçou o que muitos já sabem, apesar da necessidade de socialização, o trabalho remoto é uma tendência que veio para ficar.
 
2- Ruptura de padrões: modelos de trabalho retrógrados estão sendo substituídos por novas tecnologias.
 
3- Diminuição do turismo de negócios: A facilidade de realizar congressos e reuniões online gera uma adesão cada vez maior ao formato digital, com isso as tecnologias inovadoras impactam de maneira negativa o turismo de trabalho, que diminuem drasticamente.
 
4- Casas tecnológicas: As residências estão se tornando mais tecnológicas para se adaptar ao home office. Além disso, os trabalhadores estão tendo a oportunidade de decidir a localização física, não sendo mais necessário estar na mesma cidade da empresa.
 
5- Produtividade: Novas plataformas ajudam a monitorar resultados e medir o desempenho. A contratação de pessoal qualificado não está mais restrita a localidade, tornado todos globais.
 
6- Assinaturas virtuais: Devido a dificuldade de manter infraestruturas físicas, existe uma tendência de migração para o virtual, Exemplos disso são as academias, igrejas, cinemas, shows, entretenimento e arte em geral .
 
7- Investimento em novas tecnologias: Está se tornando vital para a sobrevivência de empresas que elas se modernizem e invistam em tecnologia.
 
8- Retomada do turismo para entretenimento: há uma perspectiva otimista de que o turismo para entretenimento retorne fortalecido no segundo semestre desse ano. E claro, sem deixar de estar acompanhado de muitas tecnologias.
 
9- Uso de dados pessoais: O tratamento de dados pessoais se torna cada vez mais uma questão delicada. As pessoas estão ficando mais conscientes, atentas e relutantes em compartilhar seus dados e exigindo transparência.
 
10- Diminuição da força de trabalho: a força de trabalho sente as consequências do avanço da tecnologia, sendo drasticamente reduzida. O aumento do desemprego em escala global, vai além da crise econômica, ocorre devido a vários fatores.
 
11- Mudança na educação: A educação nunca mais será a mesma. Ela está cada vez mais se tornando adaptável a tecnologia. Intercalar um esquema híbrido entre estudar online e offline será normal.
 
12- Atendimento médico: A adaptação ao digital com o uso de tecnologia remota faz com que consulta médica por teleconferência se torne cada vez mais normal. E devido a crise econômica decorrente da pandemia, grandes hospitais repensam seu funcionamento.
 
13- Economia pessoal: A pandemia transformou hábitos de consumo. Há uma mudança nas prioridades de gastos familiares e uma tendência a economizar mais.
 
14 – Crescimento do comércio virtual: Há um aumento exponencial no comércio online e um percentual cada vez maior de fechamento de lojas físicas no mundo todo.
 
15 – Clima: Passando a questão da pandemia, mudanças climáticas serão evidenciadas e muito debatidas.
 
16- Informações e notícias: grandes veículos estão optando por oferecer seus serviços através de assinaturas online. Estamos sendo constantemente bombardeados de informações, nem todas são verídicas, como é o caso das “fake news”, devido a isso, as pessoas estão buscando informações filtradas e confiáveis, considerando a transparência e credibilidade.
 
17 – Saúde mental: Devido ao isolamento estão cada vez mais em pauta questões relacionadas a saúde mental. A pandemia evidenciou a necessidade de discutir esse tema e oferecer ajuda.
 
18- Empreendedorismo social: problemas sociais ganham destaque e empresas de tecnologia desenvolvem soluções.
 
19- Natural e saudável: As pessoas estão se interessando mais por tudo que é saudável e natural, desde alimentos, até formas de interação e experiências. Além disso a reciclagem está em alta.
 
20- Novo começo: 2021 está carregado de expectativas. Muitas pessoas estão mudando de pensamento e repensando objetivos. Muitos comportamentos que estão se transformando nunca mais serão os mesmos. Há uma busca por um recomeço com valores reais.
 
Como podemos perceber, a tecnologia e inovação estão no centro de tudo e são a base da nossa nova realidade.
 
Estamos vivendo um momento em que se faz necessário repensar nossas atitudes e objetivos, avaliar o que realmente importa e não ter medo de mudanças. Buscar se adaptar e inovar sempre!
 
Não tenha medo de trilhar novos caminhos comerciais e pessoais, nunca é tarde para mudar de rumo!
Pense nisso!
 
Referência: The Economist
 
 
Wilson de Menezes Cyrillo formou-se em economia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e é pós-graduado em Engenharia Econômica, Marketing, Recursos Humanos e Gestão Estratégica de Serviços e foi Educador Corporativo da Universidade do Banco do Brasil por mais de 20 anos, ministrando dezenas de treinamentos e palestras.
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O que está por vir em 2021?

O que podemos esperar, então, de um ano em que até a festa mais popular do país teve de ser cancelada?
 
Infelizmente continuamos a conviver com uma pandemia. Apesar da vacinação já ter sido iniciada, o processo de imunização em massa ainda vai levar um bom tempo.
 
Para tentar entender o que está por vir ao longo desse ano, a revista inglesa The Economist” convidou 50 especialistas que analisaram 20 tópicos atuais:
 
1- Socialização x trabalho remoto: a publicação reforçou o que muitos já sabem, apesar da necessidade de socialização, o trabalho remoto é uma tendência que veio para ficar.
 
2- Ruptura de padrões: modelos de trabalho retrógrados estão sendo substituídos por novas tecnologias.
 
3- Diminuição do turismo de negócios: A facilidade de realizar congressos e reuniões online gera uma adesão cada vez maior ao formato digital, com isso as tecnologias inovadoras impactam de maneira negativa o turismo de trabalho, que diminuem drasticamente.
 
4- Casas tecnológicas: As residências estão se tornando mais tecnológicas para se adaptar ao home office. Além disso, os trabalhadores estão tendo a oportunidade de decidir a localização física, não sendo mais necessário estar na mesma cidade da empresa.
 
5- Produtividade: Novas plataformas ajudam a monitorar resultados e medir o desempenho. A contratação de pessoal qualificado não está mais restrita a localidade, tornado todos globais.
 
6- Assinaturas virtuais: Devido a dificuldade de manter infraestruturas físicas, existe uma tendência de migração para o virtual, Exemplos disso são as academias, igrejas, cinemas, shows, entretenimento e arte em geral .
 
7- Investimento em novas tecnologias: Está se tornando vital para a sobrevivência de empresas que elas se modernizem e invistam em tecnologia.
 
8- Retomada do turismo para entretenimento: há uma perspectiva otimista de que o turismo para entretenimento retorne fortalecido no segundo semestre desse ano. E claro, sem deixar de estar acompanhado de muitas tecnologias.
 
9- Uso de dados pessoais: O tratamento de dados pessoais se torna cada vez mais uma questão delicada. As pessoas estão ficando mais conscientes, atentas e relutantes em compartilhar seus dados e exigindo transparência.
 
10- Diminuição da força de trabalho: a força de trabalho sente as consequências do avanço da tecnologia, sendo drasticamente reduzida. O aumento do desemprego em escala global, vai além da crise econômica, ocorre devido a vários fatores.
 
11- Mudança na educação: A educação nunca mais será a mesma. Ela está cada vez mais se tornando adaptável a tecnologia. Intercalar um esquema híbrido entre estudar online e offline será normal.
 
12- Atendimento médico: A adaptação ao digital com o uso de tecnologia remota faz com que consulta médica por teleconferência se torne cada vez mais normal. E devido a crise econômica decorrente da pandemia, grandes hospitais repensam seu funcionamento.
 
13- Economia pessoal: A pandemia transformou hábitos de consumo. Há uma mudança nas prioridades de gastos familiares e uma tendência a economizar mais.
 
14 – Crescimento do comércio virtual: Há um aumento exponencial no comércio online e um percentual cada vez maior de fechamento de lojas físicas no mundo todo.
 
15 – Clima: Passando a questão da pandemia, mudanças climáticas serão evidenciadas e muito debatidas.
 
16- Informações e notícias: grandes veículos estão optando por oferecer seus serviços através de assinaturas online. Estamos sendo constantemente bombardeados de informações, nem todas são verídicas, como é o caso das “fake news”, devido a isso, as pessoas estão buscando informações filtradas e confiáveis, considerando a transparência e credibilidade.
 
17 – Saúde mental: Devido ao isolamento estão cada vez mais em pauta questões relacionadas a saúde mental. A pandemia evidenciou a necessidade de discutir esse tema e oferecer ajuda.
 
18- Empreendedorismo social: problemas sociais ganham destaque e empresas de tecnologia desenvolvem soluções.
 
19- Natural e saudável: As pessoas estão se interessando mais por tudo que é saudável e natural, desde alimentos, até formas de interação e experiências. Além disso a reciclagem está em alta.
 
20- Novo começo: 2021 está carregado de expectativas. Muitas pessoas estão mudando de pensamento e repensando objetivos. Muitos comportamentos que estão se transformando nunca mais serão os mesmos. Há uma busca por um recomeço com valores reais.
 
Como podemos perceber, a tecnologia e inovação estão no centro de tudo e são a base da nossa nova realidade.
 
Estamos vivendo um momento em que se faz necessário repensar nossas atitudes e objetivos, avaliar o que realmente importa e não ter medo de mudanças. Buscar se adaptar e inovar sempre!
 
Não tenha medo de trilhar novos caminhos comerciais e pessoais, nunca é tarde para mudar de rumo!
Pense nisso!
 
Referência: The Economist
 
 
Wilson de Menezes Cyrillo formou-se em economia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e é pós-graduado em Engenharia Econômica, Marketing, Recursos Humanos e Gestão Estratégica de Serviços e foi Educador Corporativo da Universidade do Banco do Brasil por mais de 20 anos, ministrando dezenas de treinamentos e palestras.

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