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Domingo, 21 de Julho de 2024
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Saúde

Uso excessivo de álcool está relacionado ao maior número de acidentes no Carnaval

Experiência dos especialistas do Hospital João XXIII mostra que os atendimentos refletem o comportamento dos foliões

Marcus Macedo
Por Marcus Macedo
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Uso excessivo de álcool está relacionado ao maior número de acidentes no Carnaval
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Em 2023, a celebração do Carnaval em Belo Horizonte atraiu 5,25 milhões de foliões, e a expectativa para este ano é de um público ainda maior, com 5,5 milhões de pessoas na capital e 6,6 milhões no interior de Minas Gerais. Com o aumento de participantes, antecipa-se também um crescimento no número de atendimentos médicos entre 10 e 13 de fevereiro.

No ano passado, o Hospital João XXIII, especializado em politraumatismos, registrou 233 casos relacionados ao consumo excessivo de álcool e outras substâncias durante o Carnaval. Este número se mantém em linha com as estatísticas de anos anteriores, destacando a tendência recorrente de aumento de incidências durante o período festivo.

Comparando com os anos de 2021 e 2022, quando as festividades foram canceladas devido à pandemia de covid-19, observa-se uma significativa redução nos atendimentos médicos, evidenciando o impacto direto do Carnaval nos serviços de saúde, especialmente no pronto-socorro do Hospital João XXIII e no Complexo Hospitalar de Urgência e Emergência da Fhemig.

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O consumo de álcool é particularmente preocupante nas rodovias, onde ocorrem os acidentes mais graves, de acordo com Rodrigo Muzzi, cirurgião-geral e gerente médico do CHUE. No entanto, a maior parte dos atendimentos em Belo Horizonte é realizada nas UPAs e nos Postos Médicos Avançados, voltados para casos menos graves.

Um ponto de atenção especial é o cuidado com as crianças durante o Carnaval, com recomendações para proteção solar, hidratação adequada e supervisão constante em meio às grandes aglomerações.

Para casos de baixo risco, as UPAs e os Postos Médicos Avançados são as opções de atendimento, funcionando ininterruptamente durante o Carnaval. Os casos mais graves devem ser encaminhados a hospitais como o João XXIII.

Além das preocupações com o consumo de álcool e drogas, o período do Carnaval também requer atenção para atividades em cachoeiras e prevenção de afogamentos, assim como medidas para combater a dengue, que tem mostrado aumento nos casos no estado.

Para responder a essas demandas, a Fhemig abriu uma unidade de hidratação no Hospital Júlia Kubitschek, reforçando a capacidade de atendimento à população durante o Carnaval.

FONTE/CRÉDITOS: FHEMIG - Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais
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