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Sexta-feira, 15 de Maio 2026
Economia

Sindtanque-MG cobra fim do Preço de Paridade de Importação (PPI) sobre os combustíveis

Sindtanque-MG acompanha com preocupação a indefinição do governo federal e da Petrobras com relação à manutenção ou não da atual política de reajustes dos preços

Geraldo Gomes
Por Geraldo Gomes
Sindtanque-MG cobra fim do Preço de Paridade de Importação (PPI) sobre os combustíveis
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A direção do Sindtanque-MG acompanha com preocupação a indefinição do governo federal e da Petrobras com relação à manutenção ou não da atual política de reajustes dos preços dos combustíveis no país.

 

Na terça-feira (5), após o ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmar que o Preço de Paridade de Importação (PPI) sobre combustíveis

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iria acabar, a Petrobras rebateu a informação.

 

Nesta quinta (6), o presidente Luiz Inácio Lula da Silvadesautorizou o ministro a falar sobre o assunto.

 

Para o presidente do Sindtanque-MG, Irani Gomes, os consumidores brasileiros, em especial os transportadores, não podem continuar sendo penalizados pelos altos custos dos combustíveis enquanto o governo e a petroleira divergem sobre a questão.

 

"Cobramos do governo e da Petrobras a extinção imediata do PPI e defendemos a implementação de uma nova política de reajustes de preços dos combustíveis, pois o mercado brasileiro não tem capacidade de suportar a precificação baseada na cotação internacional", argumenta.

 

O Preço de Paridade Internacional (PPI), implementado pela Petrobras em outubro de 2016, durante o governo do ex-presidente Michel Temer, é atrelado à variação do dólar e se baseia nos custos totais de importação para o cálculo dos combustíveis.

 

Mantida durante o governo Bolsonaro, o fim da política foi promessa de campanha de Lula.  

 

"Há anos, os transportadores brasileiros e a população em geral vêm sofrendo com os altos preços dos combustíveis. No caso dos transportadores, cujo diesel corresponde a cerca de 70% dos custos do frete, a situação se tornou insustentável", critica o líder sindical.

 

Para ele, o governo federal, que é dono de cerca de 30% da Petrobras, deveria decretar calamidade econômica no setor de combustíveis, devido aos altos custos do dólar e do barril de petróleo no mercado internacional. E, diante disso, transformar sua parte na Petrobras em um fundo para achatar a curva do aumento dos combustíveis.

 

"Precisamos de medidas emergenciais e concretas, pois do jeito que está não dá pra continuar", conclui Irani.

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Geraldo Gomes

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Geraldo Gomes

Fundador, diretor e presidente do Portal de notícias RCWTV. Trabalhou na TVE, TV pública de Juiz de Fora, como diretor de imagem, e depois empreendeu no ramo de eventos evangélicos com a empresa Gospel Videos. Mais tarde fundou a RCWTV, inicialmente...

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