A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em parceria com as secretarias Especial de Direitos Humanos (SEDH), Sustentabilidade em Meio Ambiente e Atividades Urbanas (Sesmaur) e Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), realizou, nesta quinta-feira, 19, uma roda de conversa com jovens do campo. O encontro fez parte da programação do mês da juventude que tem como tema "Mais Juventudes, Mais Democracia".
A secretária da Seapa, Fabiola Paulino da Silva participou da roda de conversa e ressaltou a importância de ouvir o jovem do campo para a criação de políticas públicas mais efetivas. “A busca por conhecimento é um dos grandes instrumentos para que o jovem conquiste seu espaço, sua autonomia e seja protagonista no local onde está inserido. Oferecer oportunidades é fundamental, mas também é preciso ouvi-los e elaborar ações que atraiam essas juventudes para que possamos de fato, criar políticas públicas que atendam suas reais demandas”.
De acordo com servidora e representante da Seapa nas ações da juventude, Pauliane de Almeida, o objetivo da roda de conversa era de ouvir as juventudes rurais, suas vivências e experiências no meio rural, e também de refletir e reforçar a importância desses jovens estarem inseridos nesses ambientes de discussão.
“Participei do encontro não só como servidora da Prefeitura, mas também como jovem rural. Sou filha de agricultores familiares, na qual a única renda da família vem da agricultura e da produção de leite. Fui criada trabalhando na roça com os meus pais e, em seguida, fiz técnico em zootecnia, e hoje sei da importância que o jovem tem na agricultura familiar como um todo e da importância dele nessas rodas de discussão”, contou a servidora.
O agrônomo Bruno Ferreira, de 25 anos, morador do Bairro Chapéu Duvas, destacou a importância desse espaço para os jovens rurais: “da troca de ideia que a gente vê a diversidade da juventude do campo e consegue trabalhar de maneira mais próxima da realidade de cada um, e assim, talvez transformar mais efetivamente este cenário”.
Clara Soares, de 25 anos, é agrônoma, viveu e cresceu na cidade e atualmente mora no campo juntamente com outros agricultores produzindo alimentos agroecológicos. Para ela, “esse espaço foi uma oportunidade de troca de experiências, de conhecer e se aproximar de outras juventudes”.
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