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Terça-feira, 16 de Julho de 2024
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Política

Resumo de parecer da CPI do MST acusa movimento de irregularidades

Pedido de vista coletivo adiou a apresentação e votação do parecer para a próxima terça-feira. Relator acusa o MST de se apropriar de recursos públicos. Não houve discussão na sessão.

Redação
Por Redação
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Resumo de parecer da CPI do MST acusa movimento de irregularidades
© Lula Marques/ Agência Brasil
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Um pedido de vista coletivo adiou a votação do relatório do deputado Ricardo Salles (PL-SP) na Comissão Parlamentar de Inquérito do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST). A discussão e votação do parecer ficou para terça-feira (26).

Após a leitura do relatório e o pedido de vista, o presidente do colegiado, tenente-coronel Zucco (Republicanos-RS), rapidamente encerrou a sessão, sem que houvesse tempo para os deputados se manifestarem.

Notícias relacionadas:CPI do MST: Fávaro considera legítimas reivindicações, mas sem invasão.Historiador defende espaço de memória em assentamento do MST.PGR pede arquivamento de investigação contra presidente da CPI do MST.Na reunião desta quinta-feira (21), Salles apresentou um resumo do relatório no qual acusa o movimento, que reivindica a reforma agrária e é favorável à agricultura familiar, de uma série de irregularidades, como práticas de abusos contra assentados e privilégios de dirigentes. Além disso, o relator acusa o MST de se apropriar de recursos públicos.

O relator também afirma não haver a necessidade de, ao menos nesse momento, se aumentar as áreas destinadas à reforma agrária. Na avaliação de Salles, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) “é o maior latifundiário improdutivo do país”.

O deputado prometeu apresentar anexos ao relatório detalhando o que, na sua visão, seriam crimes praticados por integrantes do movimento.

Salles pede ainda o indiciamento de 11 pessoas. Entre elas, o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Gonçalves Dias e José Rainha, líder da Frente de Luta Campo e Cidade. O deputado sugeriu ainda que o presidente do  Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral), Jaime Messias Silva, seja indiciado.

FONTE/CRÉDITOS: Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil
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