Na manhã desta quinta-feira, 26, a prefeita Margarida Salomão visitou quatro áreas em que são necessárias intervenções de infraestrutura em Juiz de Fora: o córrego Humaitá, no bairro Industrial; o entorno do córrego de Santa Luzia, pontos recorrentes de alagamento; a rua José Lourenço, no bairro Borboleta; e as obras de contenção da Rua Rosa Sffeir, no Grajaú. A líder do executivo esteve acompanhada da secretária de Governo, Cidinha Louzada, do secretário de Obras, Lincoln Santos Lima, e do diretor-presidente da Cesama, Júlio Teixeira.
“Nós estamos defendendo o investimento que não aparece e, por isso, alguns políticos não gostam de fazer, mas que é fundamental para uma estrutura urbana decente. São obras de infraestrutura que se não forem feitas colocarão vida das pessoas em risco. Obras caras, com pouca visibilidade, mas essenciais. Estamos cuidando de Juiz de Fora, que estava muito mal-cuidada. Esse é um compromisso nosso com a cidade que é um bem de todos e deve ser cuidada para todos”, afirmou a prefeita.
Na Avenida Santa Luzia, na região conhecida como Cachoeirinha, as encostas da via cederam há alguns anos. O objetivo da ação é manter a calha do córrego, além de proporcionar maior estabilidade para o trecho da via. O projeto para a realização da obra está sendo licitado e a abertura das propostas das empresas interessadas será realizada em outubro. “Aqui, a cada chuva, a queda das encostas da via evolui e, se não for feito nada, em breve a água levará as redes de água, esgoto, deixando as pessoas sem abastecimento e correndo o risco de afetar as estrutura das casas das pessoas. Essa é uma obra fundamental para que a população tenha tranquilidade”, destacou o presidente da Cesama, Júlio Teixeira.
Antes do início das obras, a equipe do Demlurb está trabalhando na limpeza e no desassoreamento do córrego para que posteriormente sejam executadas as intervenções de contenção da via. “Por isso, é fundamental, mais uma vez, a gente fazer esse apelo para a cidade: não joguem lixo fora do lugar. Isso gera consequências graves. Nós temos que tratar os nossos rios como a gente trata a nossa casa, o nosso quintal”, afirmou a Secretário de Governo, Cidinha Louzada.
