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Sexta-feira, 19 de Julho de 2024
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Policial

Operação Escudo em São Paulo: Dezesseis mortos após assassinato de policial na Baixada Santista

A operação teve início após policial da Rota ser morto por criminosos, enquanto realizava patrulha no Guarujá, Baixada Santista

Redação
Por Redação
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Operação Escudo em São Paulo: Dezesseis mortos após assassinato de policial na Baixada Santista
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Desde a última sexta-feira, 28 de julho, dezesseis pessoas foram mortas durante a Operação Escudo, da Polícia Militar. A incursão teve início devido ao assassinato do policial das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), Patrick Bastos Reis, em patrulhamento realizado no município do Guarujá, na Baixada Santista, em SP. Os casos estão sendo acompanhados pelo Ministério Público e, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), as mortes estão sendo investigadas pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC).

Sobre os abusos

A ouvidoria das polícias tem recebido denúncias contínuas de abusos e até mesmo casos de tortura envolvendo policiais. O ouvidor Claudio Aparecido da Silva manifestou preocupação com a gravidade desses relatos, considerando que tal situação é atípica e não condizente com a média de mortes decorrentes de intervenção policial na região, historicamente mantida em torno de 30 por ano. Diante disso, as denúncias estão sendo devidamente encaminhadas para a corregedoria da Polícia Militar, a fim de que sejam adequadamente apuradas e investigadas.

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Entenda o caso

Durante patrulha em uma comunidade do Guarujá, o soldado Patrick Bastos Reis foi baleado na região do tórax por um projétil de calibre 9 milímetros. O soldado não resistiu ao ferimento e veio a óbito no mesmo dia. Devido ao caso, a Polícia Militar deu início à Operação Escudo, que efetuou a prisão do autor do disparo realizado a cerca de 50 metros de distância. Erickson, conhecido como Deivinho, é apontado como o executor do policial da Rota e teve sua prisão decretada no domingo (30), ao ser capturado na Zona Sul de SP.

Em um vídeo gravado antes de sua prisão, o suspeito faz um relato direcionado ao governador de São Paulo e ao secretário de Segurança Pública, alegando que estão "matando uma quantidade significativa de pessoas inocentes". Ele nega qualquer envolvimento no caso, mas declara sua intenção de se entregar. Além disso, o suspeito afirma que sua família está sendo ameaçada.

Respondendo ao vídeo, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, afirmou nesta segunda-feira (31) que a gravação feita pelo suspeito foi uma tática utilizada pelo crime organizado.

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