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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2024
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Economia

Inflação oficial fica em 0,26% em setembro, diz IBGE 

Em 12 meses, a taxa acumulada é de 5,19%, portanto acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional para este ano, que é de 4,75%.

Redação
Por Redação
Inflação oficial fica em 0,26% em setembro, diz IBGE 
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo
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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no país, subiu para 0,26% em setembro deste ano. Em agosto, a taxa havia ficado em 0,23%. Já em setembro de 2022, o índice havia registrado deflação (queda de preços) de 0,29%. 

Segundo dados divulgados nesta terça-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula taxa de inflação de 3,50% no ano. Em 12 meses, a taxa acumulada é de 5,19%, portanto acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano, que é de 4,75%. 

Notícias relacionadas:Mega-Sena sorteia nesta terça prêmio acumulado em R$ 34 milhões .Seis dos nove grupos de despesa analisados pelo IBGE tiveram alta de preços em setembro deste ano, com destaque para os transportes (1,40%), devido principalmente ao aumento da gasolina (2,80%), subitem com a maior contribuição individual na taxa do mês. “É o subitem que tem o maior peso na cesta do IPCA”, afirma o gerente da pesquisa, André Almeida. 

Também foram observados aumentos nas passagens aéreas (13,47%), óleo diesel (10,11%), gás veicular (0,66%) e nos ônibus intermunicipais (0,42%). 

Também teve impacto importante na inflação de setembro o grupo de despesas habitação (0,47%), puxado pela alta da energia elétrica residencial (0,99%). 

Outros grupos com alta de preços foram despesas pessoais (0,45%), vestuário (0,38%), educação (0,05%) e saúde e cuidados pessoais (0,04%). 

Em sentido oposto, os alimentos tiveram mais um mês de queda de preços, com uma deflação de 0,71%, comportamento puxado pelos recuos de itens como batata-inglesa (-10,41%), da cebola (-8,08%), do ovo de galinha (-4,96%), do leite longa vida (-4,06%) e das carnes (-2,10%). 

Outros dois grupos com deflação foram artigos de residência (-0,58%) e comunicação (-0,11%). 

FONTE/CRÉDITOS: Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil
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