O Governo de
Mitigação de impactos e bases operacionais
A elaboração da política pública ocorre em um período de estiagens prolongadas e temperaturas elevadas provocadas por fenômenos globais como o El Niño. O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) informou que o foco principal é a redução da área total queimada no estado por meio de respostas ágeis. Para alcançar a meta, serão instaladas oito Bases Operacionais Avançadas em Unidades de Conservação estratégicas, incluindo uma estrutura na Serra do Papagaio. Ferramentas tecnológicas de monitoramento em tempo real, como a plataforma GeoFogo e a Operação Alerta Verde, dão suporte preventivo aos municípios da Zona da Mata, incluindo áreas próximas a
Modernização hídrica com recursos de reparação
Em complemento às ações ambientais, o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) firmou um contrato de gestão com a Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes (Appa) para reestruturar a Sala de Situação de Recursos Hídricos de
Tecnologia para prevenção e suporte econômico
A nova estrutura tecnológica vai monitorar variáveis climáticas em tempo real para otimizar o envio de alertas antecipados à Defesa Civil e a órgãos de
FAQ
Qual o valor total investido nas novas ações ambientais de Minas Gerais?
O governo estadual direcionou recursos robustos para duas frentes distintas de proteção ambiental.
Ao todo, são R$ 590 milhões investidos, sendo R$ 440 milhões destinados ao plano de combate a incêndios florestais e R$ 150 milhões para a modernização da Sala de Situação do Igam.
Como funcionará o monitoramento dos incêndios florestais no estado?
As forças de segurança e órgãos ambientais utilizarão uma estrutura combinada de tecnologia e pessoal.
O acompanhamento será feito em tempo real com o uso de drones, geoprocessamento pela plataforma GeoFogo e o suporte operacional de oito novas Bases Avançadas do Corpo de Bombeiros.
De onde vêm os recursos para a modernização da Sala de Situação hídrica?
A verba utilizada para a reestruturação tecnológica provém de fundos específicos de compensação ambiental.
O montante de R$ 150 milhões é originário do Acordo de Reparação da Bacia do Rio Doce, decorrente das indenizações pelo rompimento da barragem em Mariana no ano de 2015.
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