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Capitão de navio condenado a 20 meses de prisão por vazamento de petróleo nas Ilhas Maurício

Acidente é responsável pelo pior desastre ambiental da história do arquipélago no Ocenano índico

Capitão de navio condenado a 20 meses de prisão por vazamento de petróleo nas Ilhas Maurício
Tourism Mauritius / Divulgação
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capitão e o primeiro oficial de um petroleiro que encalhou em um recife de corais nas Ilhas Maurício, o que provocou o pior desastre ambiental da história do arquipélago no Oceano Índico, foram condenados nesta segunda-feira a 20 meses de prisão.

"O tribunal levou em consideração o fato de que os dois acusados se declararam culpados e pediram desculpas. A sentença decidida é de 20 meses de prisão", afirmou a juíza Ida Dookhy Rambarrun.

Segundo Kushal Lobine, que representa a seguradora do navio, a Japan P&I;, as penas foram reduzidas devido ao bom comportamento dos detidos e aos 16 meses que já passaram na prisão, permitindo que os dois homens regressem a suas casas.

"Sua saída é iminente. O capitão retornará à Índia e o segundo ao Sri Lanka, seus respectivos países", disse Lobin.

O "MV Wakashio", um cargueiro japonês de bandeira panamenha, sofreu o acidente em 20 de julho e derramou mais de mil toneladas de combustível nas águas do arquipélago, afetando manguezais, corais e outros ecossistemas sensíveis

O capitão Sunil Kumar Nandeshwar e o primeiro oficial, Hitihanillage Subhoda Janendra Tilakaratna, foram declarados culpados de "colocar em perigo a navegação segura", na terça-feira da semana passada por um tribunal da capital Port Louis.

O "MV Wakashio" viajava de Singapura ao Brasil com 3.800 toneladas de petróleo e 200 toneladas de diesel quando bateu no recife, na costa sudeste de Maurício.

"Aconteceu uma festa de aniversário a bordo e eu consumi álcool de maneira moderada", admitiu o capitão durante o julgamento. Ele deu instruções de aproximação das Ilhas Maurício para que a tripulação tivesse cobertura em seus telefones celulares e, assim, todos conseguissem falar com suas famílias.

Mais de 1.000 toneladas de petróleo vazaram por uma fissura no casco do navio antes que as equipes de emergência conseguissem remover o combustível restante.

FONTE/CRÉDITOS: Estado de Minas

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