Debatendo um tema que preocupa há anos os juiz-foranos e mineiros da Zona da Mata e Vertentes, a Câmara Municipal de Juiz de Fora (CMJF) recebeu na manhã de quarta-feira, 23, cerca de 200 participantes em uma reunião remota sobre a conclusão das obras do Hospital Regional de Juiz de Fora, equipamento público de saúde que vai oferecer assistência de média e alta complexidade a 94 municípios da região. O assunto está em voga devido à tramitação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) de um acordo firmado entre a Vale e o Governo de Minas, que vai direcionar R$ 167 milhões para a conclusão da obra do hospital, que ocupa 23 mil metros quadrados.
A reunião foi mobilizada pelo vereador e presidente da CMJF Juraci Scheffer (PT) e vai ao encontro das diretrizes do Plano Estratégico da Câmara Municipal, que prevê o protagonismo regional no debate de temas importantes. “Sendo Juiz de Fora o maior município da região, trouxemos a discussão para a Câmara, que representa uma ‘Assembleia de Minas da Zona da Mata’. Ao lado dos deputados, prefeitos, vereadores e gestores de saúde, convidamos o secretário de Estado para explicar como será esse investimento. A pior obra é aquela que nunca termina. Hoje, nosso grito regional é que precisamos da conclusão do Hospital Regional de Juiz de Fora e de uma previsão de custeio. Estamos falando de um investimento que veio de um momento de sofrimento do povo mineiro, que deve ser revertido para um fim nobre”. Os vereadores e vereadoras de Juiz de Fora, anfitriões do evento, também participaram da reunião.
Respondendo ao questionamento das lideranças regionais e municipais, o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, lembrou que Juiz de Fora tem uma rede robusta que atende diversos municípios pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e nesse sentido o Hospital Regional deve agregar valor. Sobre o custeio, que é um dos grandes desafios, a expectativa do governo do estado é liberar um processo de licitação para a gestão do hospital: “A expectativa é que além dos incentivos do estado, a gente consiga dentro das pactuações, dos credenciamentos estaduais e das habilitações federais, que alguma fundação faça a gestão do hospital baseada em incentivos, habilitações e produção”, destacando que alguns editais para a gestão de outros hospitais já foram lançados e, dentro dos critérios, têm prioridade fundações que, historicamente, entregam um atendimento de qualidade para a população.
A Câmara abriu ainda a palavra ao assessor da secretaria de Saúde do Estado, Erick Michalsky, que contou que nos últimos meses já foram publicados editais para concessão dos hospitais de Governador Valadares e Teófilo Otoni. “É um modelo de concessão do imóvel e de todos os equipamentos, que a gente conseguiria comprar com o acordo da Vale, para uma entidade sem fins lucrativos de cunho filantrópico, para que essa entidade faça a gestão do hospital”, disse.
Respondendo ao questionamento das lideranças regionais e municipais, o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, lembrou que Juiz de Fora tem uma rede robusta que atende diversos municípios pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e nesse sentido o Hospital Regional deve agregar valor. Sobre o custeio, que é um dos grandes desafios, a expectativa do governo do estado é liberar um processo de licitação para a gestão do hospital: “A expectativa é que além dos incentivos do estado, a gente consiga dentro das pactuações, dos credenciamentos estaduais e das habilitações federais, que alguma fundação faça a gestão do hospital baseada em incentivos, habilitações e produção”, destacando que alguns editais para a gestão de outros hospitais já foram lançados e, dentro dos critérios, têm prioridade fundações que, historicamente, entregam um atendimento de qualidade para a população.
A Câmara abriu ainda a palavra ao assessor da secretaria de Saúde do Estado, Erick Michalsky, que contou que nos últimos meses já foram publicados editais para concessão dos hospitais de Governador Valadares e Teófilo Otoni. “É um modelo de concessão do imóvel e de todos os equipamentos, que a gente conseguiria comprar com o acordo da Vale, para uma entidade sem fins lucrativos de cunho filantrópico, para que essa entidade faça a gestão do hospital”, disse.
