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Educação

Aulas do “Capacita Moda Diversidade” terão início na próxima segunda-feira, 6

Com carga horária de 60 horas, o curso segue até 28 de novembro

Waleska Saraiva
Por Waleska Saraiva
Aulas do “Capacita Moda Diversidade” terão início na próxima segunda-feira, 6
Imprensa PJF
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Terão início na próxima segunda-feira, 6, as aulas do Primeiro Curso de Iniciação Profissional em Upcycling: Modelagem e Costura, que capacitará um grupo de 20 cidadãos e cidadãs que se identificam como travestis, transgêneros e não-binários em Juiz de Fora. A abertura acontece às 13h30, na unidade do Senai Juiz de Fora José Fagundes Netto, localizada na Av. Barão do Rio Branco, 1219 - Centro. As aulas serão de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 17 horas.

Os alunos aprenderão o conceito de upcycling e desenvolverão técnicas deste conceito do vestuário, integrando modelagem, costura de peças e acessórios que buscam atender os princípios do reaproveitamento; desenvolvendo a criatividade para criar peças novas a partir de resíduo têxtil e/ou outros objetos. O principal objetivo é inserir essas pessoas no mercado de trabalho e/ou aumentar a sua capacidade de geração de renda. Ao término do curso, os alunos poderão participar de oficinas de currículos para encaminhamento a empresas interessadas.
 

Parte do programa “GerAção: Emprego, Renda e Negócios”, o “Capacita Moda Diversidade” é uma realização da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo, da Inovação e Competitividade (Sedic), por meio de emenda parlamentar da vereadora Tallia Sobral, em parceria com a Casa da Mulher, vinculada à Secretaria Especial de Direitos Humanos (SDH) e o Senai Juiz de Fora José Fagundes Netto.

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Sobre o público-alvo


Segundo levantamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), no Brasil, 90% da população trans tem a prostituição como fonte de renda e possibilidade de subsistência. Dados do Projeto Além do Arco-Íris, da AfroReggae, demonstraram que a baixa escolaridade dificulta ainda mais o acesso desta população trans às vagas de emprego: apenas 0,02% das trans estão na universidade e 72% não concluiu o ensino médio.


Um relatório divulgado em 2021 pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), revelou que a média de idade nos casos de pessoas trans e travestis expulsas de suas famílias era de 13 anos.

 
 

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FONTE/CRÉDITOS: Imprensa PJF
Waleska Saraiva

Publicado por:

Waleska Saraiva

Waleska Saraiva é estudante de Jornalismo e estagiária da RCWTV. Integra a produção jornalística do portal, com acompanhamento da coordenação editorial. Suas publicações estão reunidas nesta página.

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